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Qual tipo de Workshop é a cara do seu desafio de Cocriação?

Em uma oportunidade oferecida pela PretUX ♥, participei do Bootcamp de Facilitação de Workshops de Cocriação, ministrado por Gisele Raulik, na How Bootcamps. Aqui vão algumas dicas para escolher o melhor tipo de Workshop pra você com base no que eu aprendi no curso. Vamos lá?

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Workshops de Cocriação vão muito além da execução. É essencial que você pense no antes, no durante e no depois para que deem certo e a equipe tire bons proveitos da prática.

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Preparação é a chave para não acabar como a Turma da Mônica. 😬

Qual é o seu objetivo?

Tenha em mente que Workshops são um meio de focar e se aprofundar em um assunto, não de explorar uma gama de problemas. Se seu time tem muitos assuntos a serem discutidos, pode ser mais interessante fazer uma reunião antes de partir para esta prática.

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Então, antes de decidir por um Workshop, pense em qual situação precisa ser resolvida, quais perguntas precisam ser respondidas, quem são os possíveis participantesquanto tempo terá disponível.

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Decidido o objetivo, vamos à preparação. Para ajudar nessa etapa, construí o fluxograma navegável abaixo composto por 3 passos: Situação, Tipo de Workshop e Práticas sugeridas.

Clique nas setas do canto superior direito para expandir ou acesse aqui.

Após conhecer o tipo de workshop, ferramentas e práticas mais indicadas, pense nos participantes. Dependendo do quanto os participantes e você se conhecem, pode ser interessante um “quebra-gelo” (icebraker) para iniciar. Avalie as situações abaixo:

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1. Se você tem um grupo grande e/ou que ainda não se conhece;
2. Preparo psicológico para reduzir stress e timidez;
3. Envolver participantes mentalmente, emocionalmente e fisicamente;
4. Para auxiliar o facilitador na avaliação dos perfis dos participantes.

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Deve-se tomar cuidado para que o icebreaker não seja gratuito. Qual a intenção dele? É o momento em que as pessoas formam opinião se a prática valerá a pena ou não. Aqui você encontra uma lista enorme de exemplos de icebreakers que podem ser executados tanto de forma remota ou presencial.

Bônus: Boas Práticas

Algumas práticas que vão te ajudar como facilitador(a):

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a) Construa o plano a partir do objetivo e mantenha-o visível para os participantes: você pode colocar uma plaquinha na mesa, um banner no quadro ou, no caso do remoto, um grande frame com o objetivo escrito;

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b) Integrar participantes e estimular a cooperação: diferente das reuniões, workshops são práticas ativas e desenvolvidas através de atividades interativas. Estimule que os participantes falem. Encoraje-os;

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c) Valorizar conhecimentos de todos: promova a comunicação criando espaços que viabilizem a participação desde os mais tímidos até os mais participativos. Deixe que se expressem e ouça em vez de interpretar;

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d) Mediar conflitos;

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e) Ter atenção à duração das atividades: pessoas cansadas não criam. Não deixe que o Workshop ultrapasse 3h e mova os participantes a cada 90 minutos, no máximo;

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f) Improvisar caso alguma etapa não saia como esperado: tenha atenção caso a discussão fuja do tema ou caso os participantes não consigam chegar a um consenso com a dinâmica escolhida. Traga todos de volta ao foco ou mude a abordagem;

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g) Metodologias não precisam ser seguidas à risca: no mundo real, nem sempre as metodologias vão atender às necessidades. Tenha atenção ao objetivo e adapte se necessário;

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h) Introduza as ferramentas: no presencial algumas ferramentas podem parecer óbvias, mas muitas delas são bastante versáteis e trazem diferentes formas de uso. No remoto, alguns participantes podem não estar familiarizados com a interface escolhida, portanto, explique brevemente como funcionam e serão utilizadas.

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